
Quando foram projetados, os primeiros carros cumpriam bem a função de levar as
famílias e grupos de passageiros de um destino para o outro. Hoje, é claro, os
automóveis continuam fazendo isso. A diferença, no entanto, é que cada vez mais
a estatística de um veículo por pessoa vem crescendo nas grandes metrópoles.
Então, se uma pessoa vai dirigir sozinha, por que ela
precisa de um banco de passageiro? Foi a partir dessa constatação que o
designer Robert Hagenstrom criou um conceito de automóvel individual,
semelhante a uma cabine telefônica com rodas.
Completamente acionado por energia solar, o protótipo —
chamado de Urban Flower — partiu da seguinte premissa: como seria um carro se
ele fosse inventado nos dias de hoje? Ao que parece, ele atende a várias
exigências do mundo atual, poupando espaço nas ruas e poluindo menos do que os
veículos movidos a derivados de petróleo.
Em meio a tudo isso, o que
o projeto não informou foram questões relacionadas à segurança e
velocidade. Outro ponto importante é o conforto — será que o motorista
vai de pé ou sentado? Tem espaço para bagagem? E se a cápsula tombar?
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